31/07/2008

Lá vem elas de novo

A confirmação de que sairia um livro a respeito das irmãs Olsen causou um certo frenesi ("certo" porque elas são bacanas e tal, mas nada demais. Estão longe de ser Amy Winehouse). Pois bem, as capas da publicação, intitulada Influences, caiu na rede.


O livro será lançado no dia 18 de outubro e trará fotos e entrevistas das gêmeas, além de depoimentos de pessoas diversas sobre as duas.

Pra ser bem sincero, ainda não tenho opinião formada. Mas a idéia de entrar um pouco no mundo de Mary-Kate e Ashley me perece interessante.

Foto: Divulgação

Enquanto uma descansa...

Saiu na mídia novas fotos da Britney Spears toda slim no México. Gente, fiquei muito surpreso com a forma dela, considerando o trapo que estava até um tempo atrás.


Mas parece que, além de um novo corpo, a cantora está de namorado novo. O nome do "felizardo" é Lee, um ex-militar de Israel e agora segurança particular da srta. Spears. Sem querer soar preconceituoso, mas Britney tem uma queda pela classe operária, não? Tipo, antes era um dançarino, agora é um segurança... Bem o gosto da Ana Maria Braga.

Mas voltando para o povo que trabalha e não fica só de boa no México, Christina Aguilera foi flagrada numa sessão de fotos para a loja de departamentos Macy's, que está comemorando 150 anos de vida.


Achei o visual muito bizarro, fiquei um tanto curioso. Tem direito até a um modelo e um manequim pelados!


Ansioso para ver o resultado.

Fotos: DListed/Just Jared

Ainda imperam

Certo sábado, há quase um mês, reencontro o Rafa, um grande amigo e, assim como eu, admirador do Coldplay. Qual foi uma das primeiras perguntas que ele me fez? “Você já ouviu o Viva La Vida?”. Respondi que não, pois a faculdade tinha me consumido tanto no fim do bimestre que acabei me desligando do mundo. Ele me garantiu que eu iria amar.


Pois é, daí que resolvi baixar um zilhão de álbuns de uma vez, uns já antigos, como Kala (M.I.A.) e Cross (Justice), além de outros mais recentes, como o próprio Viva La Vida or Death and All His Friends e o da Alanis Morissette (que achei um saco, por sinal). Resultado: não consegui ouvir nenhum direito.

Mas o novo trabalho de Chris Martin & Cia me chamou a atenção. Primeiro pela capa do disco, que é esplendorosa, e também pelo início do álbum, que traz a instrumental Life in Technicolor, sem o timbre melódico do vocalista. Ponto pra banda, uma introdução de cair o queixo, instigante e muito convidativa. Daí, abaixo minha cabeça para descobrir o nome da próxima faixa na telinha do iPod. Achei o título um tanto curioso: Cemiteries of London. Trazendo uma melodia repetitiva e pulsante, me remeteu a ritmos latinos e africanos, bem diferente de tudo aquilo que já tinha ouvido do Coldplay.

E as músicas vão indo e eu vou me cansando... Sim, fiquei meio exausto de acompanhar faixa por faixa. A sonoridade é densa, os ritmos díspares e a voz de Chris vai oscilando, dependendo da entonação que ele precisa impor à canção. Na belíssima 42, um ritmo a princípio suave e um vocalista contido dão lugar a uma bateria mais alegre e a uma guitarra mais nervosa. Há um quê de experimentação no ar. E Violet Hill? Um deleite.

A proposta que não entendi é a de juntar duas faixas em uma. Ok, se elas tivessem alguma ligação aparente, caso se complementassem de alguma maneira, ficaria mais fácil de assimilar o que a trupe queria passar. Não acredito que seja só um capricho ou uma maneira de singularizar ainda mais o álbum. Só me falta encontrar algum sentido nisso (costumo ser lerdo quando o assunto é “conceito”).

A minha preferida? Yes, sem dúvida. Mas prometo ouvir com mais calma todas as outras para não ser injusto. De antemão, só reitero uma coisa: o álbum A Rush of Blood to the Head continua imbatível. Toda a pompa épica de Viva La Vida ainda não me convenceu.

PS: Para quem ama ou odeia Chris Martin, vale a pena conferir a entrevista que o músico cedeu à Veja. Entre ataques de modéstia e de autodepreciação, o líder do Coldplay solta algumas declarações engraçadinhas, como: “Para ser sincero, acho que a única pessoa no mundo que não é insegura é George W. Bush. Ele é tão maluco que não tem tempo pra isso”. Beleza, Chris.

Fotos: Divulgação

30/07/2008

Princesas modernas

Centenas de anúncios depois, folheio a página 123 em direção à 124 da revista Veja dessa semana (que deu uma repaginada interessante na sua diagramação, inclusive). No canto superior esquerdo, leio "Realeza", e a foto que ilustra a matéria é de babar: uma garota de traços delicados, maquiagem discreta, cabelos bem-arrumados e um adereço escuro formado por penas na cabeça, uma espécie de mini-chapéu. Era a personificação de uma jovem elegante, distinta.

Dando mais uma olhada, da esquerda para a direita, analiso as seis outras fotos que completam a paisagem, menores, mas não menos reveladoras. A conclusão a que cheguei? Pelo estilo, ela é da realeza.


Bom, Kate Middleton ainda não é oficialmente parte da família real britânica - só namora o cobiçadíssimo William -, mas seu estilo e elegância são dignos de uma princesa.

Agora, outra princesa merece destaque. Capa da Vanity Fair americana deste mês, Carla Bruni nos prova porque é a primeira-dama mais comentada dos últimos tempos:


Preciso dizer mais alguma coisa?

Fotos: Reprodução

28/07/2008

Você vai à praia assim?

Cara, a Rihanna é inacreditável.


Quem vai à praia, um ambiente tido como despojado e simples, com argolas desse tamanho, cabelos alisados e lambidos e zilhões de pulseiras? Só RiRi mesmo.

Se minha vó visse uma foto dessas, o comentário não seria outro: "É como já dizem por aí: 'Quanto maior a argola, maior é a vontade de dar'".

Fotos: Popsugar

23/07/2008

Estátuas de estilo duvidoso

O Museu Madame Tousseau lançou ontem uma estátua de cera da Amy Winehouse.

Os artistas que fizeram a obra, assim como Amy, deveriam estar sob o efeito contínuo de narcóticos. Desde quando ela tem essa pele? E essa postura firme, de madame? Ah, nem vem. Mas dando uma voltinha pelos sites loucos da vida, me deparo com essa outra estátua:

Sim, a figura depilada, com a pele mais brilhosa do que a de Glória Maria, e uma cor marrom bombom naturalíssima é o jogador-pegador-de-biscate Cristiano Ronaldo. E esse shortinho, hein? Look mais Richarlyson impossível.

Fotos: Reprodução

Juma voltou!

“Depois de A Favorita, não perca Pantanal

Fui só eu ou vocês também acharam essa chamada sensacional? O SBT não cansa de nos surpreender... Muda as oxigenadas Hebe e Adriane Galisteu de seus horários a todo instante, não pára de reprisar Chaves e Chapolim, emprega a esposa, Íris Abravanel, no cargo de noveleira, insiste no modelo decadente do programa Ídolos – agora Astros – e agora vem com essa história de Pantanal.

Quer saber de uma coisa? Adoro!

É claro que uma medida dessas, principalmente se incomodar na audiência, vai causar polêmica. Toda essa bagunça em torno de quem detém os direitos autorais da novela já cansou e só impulsionou a ida de mais telespectadores ao canal do Homem do Baú depois de A Favorita.

Perdi a primeira fase da novela porque estava uma loucura na faculdade, então chegava em casa e caía na cama. E a idéia de acompanhar uma teledramaturgia não me apetecia mais, já tinha me livrado dessa droga – afinal, ninguém merece perder tempo com mesmice. As férias chegaram e, com elas, o ócio noturno. Não deu outra: vou assistir Pantanal. Nossa, fiquei extasiado. Primeiro, com a beleza da Cristiana Oliveira, coberta por uma juba sensacional. Segundo, pelas imagens paradisíacas do cenário todo. Terceiro, pelo motel da região pantaneira, que é um rio! Tipo, muito original.

Jayme Monjardim e Benedito Ruy Barbosa realmente selaram uma parceria que teve como produto final uma novela bem-feita para os escassos recursos da época – as tomadas aéreas são meio toscas, feitas dentro de aviões e gravadas por cinegrafistas que parecem ter síndrome de Parkinson. Mas ok, a gente perdoa.

Deixando a parte técnica de lado, a trama é o que há. Joventino, um burguesinho sem rumo na vida, começa uma aproximação lenta com seu pai, o todo poderoso do Pantanal, Zé Leôncio. O jovem acaba se apaixonando pela selvagem Juma Marruá, Cristiana Oliveira, que dizem se transformar em onça quando fica muito brava. E a história vai seguindo... Total falta de disposição para detalhar por aqui.

Banhos de rio, cenas de sexo, diálogos fortes e pertinentes, imagens paradisíacas e realismo combinado com misticismo dão o ar de Pantanal. O bom senso tanto dos atores como da equipe técnica conseguiu construir uma novela sem pieguice, e melhor: nada vulgar. A nudez não é um anexo dispensável e as cenas de sexo são de muito bom gosto. É nítida a diferença entre uma Juliana Paes pelada para angariar audiência e uma Cristiana Oliveira tomando banho em um rio, aliando sensualidade a um hábito cotidiano da personagem.

Já estou me despedindo de Pantanal, pois daqui a pouco a labuta estudantil recomeça e vou perder a continuação da saga de Juma & Cia. Mas para os desocupados nas noites de segunda a sábado, fica aí a dica. Coragem, colega!

Foto: Reprodução

22/07/2008

Cansando disso tudo?

- A banda tocou em uma festa da estilista Vivienne Westwood, dentro de um barco, em Londres;
- O feito foi repetido numa festa da Yves Saint Laurent transmitido pelo site Show Studio;
- A música Music is My Hot Sex virou trilha do vídeo de lançamento do iPod Touch;
- A vocalista foi capa da revista Dazed & Confused de março e, em setembro passado, abrilhantou um editorial de moda para a Pop Magazine. Para completar, a garota é a terceira colocada na cool list da publicação inglesa NME (New Music Express) e namora Simon Taylor, guitarrista do fenômeno musical Klaxons.
- O grupo pop abriu shows para artistas influentes, como Gwen Stefani e The Rapture, além de ter participado de grandes festivais, como o de Glastonbury.



É, o Cansei de Ser Sexy, CSS para os íntimos, está com tudo.

Quando os ouvi pela primeira vez, achei mais do que engraçado. O hit Meeting Paris Hilton era tão fresco, inusitado, que não tinha como não se deixar levar pela proposta (se é que Lovefoxx & Cia tinham alguma).

Fiquei curioso quando eles lançaram o álbum homônimo e baixei. Gostei de algumas músicas, como Let’s Make Love and Listen Death from Above, e outras odiei completamente, como a irritante Bezzi. Bem, daí que resolvi assistir a uns vídeos do CSS tocando ao vivo soltos pelo You Tube e me toquei que eles não sabiam tocar. Sabiam exatamente o que estavam fazendo – apesar de negarem sempre –, mas tocar definitivamente não era o forte das crianças.

Mas, mesmo assim, os Canseis fizeram uma mega-turnê mundial (com quase seis shows por semana!) e imprimiram seu estilo no cenário musical. A tal da cultura hype está cada vez mais presente, lançando listas dos mais cool do mundo e tendências, apontando os it guys e as it girls, e o mundinho indie é a referência para toda essa parafernália. E CSS está totalmente inserida nesse universo.

É cool dizer que uma banda é mais importante do que sua própria família? É hype virar as costas para o público brasileiro só porque o mercado fonográfico nacional está em frangalhos? Adoro o Cansei, mas essas bobagens que às vezes eles soltam são de morrer. Fora os fãs esteriotipados e cheios de ser 'indie-globalizado', uma padronização só. Robôs não têm vez, ao menos pra mim. Se Luisa Lovefoxxx tem um estilo tão próprio e se os indies pregam tanto a busca pela individualidade, por que esse princípio é quebrado por quase todos os adeptos ao ‘movimento’? É a pirataria do estilo.

E agora o CSS vem com mais um álbum, Donkey. Ouvi e gostei. Give Up está no repeat, Jager Yoga é um ótimo convite a curtir o restante do CD, Raggae All Night traz referências sutis do gênero de Bob Marley, Left Behind pode virar hit e Rat is Dead (Rage) é nervosa, meio freak. Bem superior ao primeiro, pois traz um som mais rock e orgânico, aliado às letras nonsense da banda.

Os fãs mais ardorosos, em geral, não gostaram do novo trabalho. Uns alegam que o grupo se vendeu para o mercado, que as músicas são fracas e muito parecidas, já outros acreditam numa reinvenção que não deu certo. Discussões à parte, o CSS volta com tudo e promete continuar exercendo sua influência na música. Ponto pra eles.

Fotos: Divulgação

Anônimos estilosos em foco

Certa vez li na Folha de S.Paulo uma matéria destacando os principais blogs que retratam a moda de rua global. Resultado: conferi e fiquei viciado!


O meu predileto é o Street Clash, que tem um diferencial: além de publicar fotos de anônimos estilosos, o canadense Derryl Natale, dono do blog, ainda propõe uma competição entre os street-models, sendo que quem decide os campeões são próprios visitantes. É muito interessante ver um ‘candidato’ de Paris duelando com outro de Berlim, entre outros vários países.

A impressão que fica é assustadora: os efeitos da globalização uniformizam a galera. Parece que todos pertencem ao mesmo lugar, é quase impossível discernir a nacionalidade do pessoal... Ainda bem que os países são indicados em cada foto. Ah, devo destacar que São Paulo e Buenos Aires imprimem o fator América do Sul no site. As metrópoles latinas fazem muito sucesso entre os visitantes!

O pioneiro dessa tendência blogueira é Scott Schuman, com seu volumoso The Sartorialist. O arquivo de imagens é muito extenso, dá pra se divertir horas no domínio. Já o Face Hunter fez uma cobertura muito bacana da São Paulo Fashion Week, clicando os seres mais inusitados e estilosos. É uma tradição do blog acompanhar as principais semanas de moda do mundo. E The Cobra Snake é pura irreverência: Los Angeles e suas festas são registradas à exaustão - com direito a flagras de celebridades, como a baladeira Lindsay Lohan.

Pra quem curte streetstyle e umas combinações doidas, esses blogs são paradas obrigatórias.

Fotos: Street Clash/Face Hunter

21/07/2008

Ansiedade

Keira Knightley, Mario Testino e Paris: o trio promete, e muito, para a edição de setembro da Vogue América, a mais concorrida do ano. O curioso foi o que aconteceu na sessão de fotos. Enquanto a equipe estava concentrada no trabalho, que acontecia nas ruas parisienses, eis que surge um fã da atriz e pede para tirar uma fotografia. Ok, tudo bem. Mas advinha quem tirou a tal da foto? Mario Testino himself. Pra completar, uma alma caridosa registrou a cena:


Não tem como não admirar a beleza de Keira Knightley. As proporções são perfeitas, clássicas... E quando vi essa foto do novo filme dela, The Duchess, tive que publicar.


A história conta a trajetória, de modo ficcional, de Gergiana Cavendish, Duquesa de Devonshire. A aristocrata era referência no quesito beleza e moda, mas usou de suas influências nas rodas sociais inglesas para alçar uma vida política, algo muito raro para a época (meados do século XVIII).
Ainda não há uma data oficial de estréia, mas estima-se que até o final de 2008 o filme estará nos cinemas americanos. Vamos aguardar!
Fotos: Reprodução/Divulgação

Que venha o Todo-Poderoso

Saiu na última Veja São Paulo que a empresária-dona-de-boutique Natalie Klein está negociando com Robert Duffy, sócio de Marc Jacobs, para conseguir trazer as marcas do badalado estilista para São Paulo.

Parece que já está tudo arrumado e, segundo a galera do Petiscos, a loja será perto da NK Store, no Jardins, e deverá ser inaugurada em dezembro.

Bees, se preparem, porque a cidade vai pegar fogo! Marc Jacobs, pelo que tudo indica, vem para a inauguração. Nossa, que me desculpe Tom Ford, de quem sou muito fã, mas Jacobs é puro luxo. Não tem pra ninguém.

Foto: Reprodução

20/07/2008

Não é possível!

É verdade. Parece inacreditável, mas nossa diva Dercy Gonçalves morreu.


Sabe o que é o pior? Eu e a minha irmã, enquanto assistíamos à Pantanal, começamos a falar da tia Dercy, de como ela não morria nunca... Sério, olha só o que ela já viu: o Titanic afundando, a Primeira Guerra Mundial, Coco Chanel, a Segunda Guerra Mundial, a Guerra do Golfo, a Guerra do Vietnã, o Chacrinha, a Guerra Fria, Getúlio Vargas, JK, a queda da bolsa americana em 1929... Nossa, não consigo nem mais listar nada. Só de pensar que, quando nasci, ela tinha 81 anos, já me assusto.

Bem, diante desse aparente quadro de imortalidade, eu e minha irmã, muito seguros da força de Dercy, lançamos uma pergunta no ar. Quem morre primeiro: Dercy Gonçalves ou Amy Winehouse? Imaginem minha decepção nesse momento.

Foto: Reprodução.

18/07/2008

Gossip Girl Returns

Já faz um tempinho que as gravações de Gossip Girl foram retomadas. Os paparazzi só fazem aumentar as expectativas, captando imagens que dão indícios de como será a trama na segunda temporada - que estreará dia 01 de setembro, nos Estados Unidos. O que se sabe é que Nate (Chace Crawford) terá um affair com Catherine Mason (Madchen Aminck), uma mulher mais velha e casada. Tudo indica que o casal principal da série, Serena (Blake Lively) e Dan (Penn Bagdley), terão muitos altos e baixos, sendo que o foco será maior nos empolgantes Blair (Leighton Meester) e Chuck (Ed Westwick). Vejam os stills logo abaixo e um vídeo preview.








Momento Gossip 01:
Leighton Meester foi flagrada com o namorado, Sebastian Stan, dando uma voltinha em Nova York. Alguém se lembra dele? Pros distraídos, o rapaz fez uma participação em Gossip no papel daquele mau-caráter que levou o Nate para torrar o dinheiro em jogo.


Momento Gossip 02:
E os comentários não param: dizem por aí que Ed Westwick e Chace Crawford estão tendo um affair. Será?



Fotos: Just Jared/Reprodução

V de Vulgar

Pára tudo! Alguém me explica isso:


Ok, não estamos muito surpresos, afinal alguns paparazzi já tinham dado um preview desse desastre. Mas meu, Mario Testino, Gisele Bündchen e V Magazine, um trio como esses, foi capaz de cometer uma atrocidade dessas? Em quem se inspiraram? Na J.Lo estuprada? [Atentem para o piercing de biscate latina]


E eu achando que o desfile da Colcci já tinha sido o desastre do ano para a Bündchen, eis que surge outro. Assim não dá.


E esse shortinho? Gente, acho que nem a Carla Perez já usou um desses na vida. E se alguém disser que é conceito, eu espanco, porque puta não tem conceito. É puta e acabou.

Meide bai Gretchen
Fotos: Reprodução

12/07/2008

Qual seria a surpresa de mais um?


Está pipocando por aí que a Warner está mais do que interessada em uma seqüência do filme 'Sex and the City'. A revista OK! deu mais força aos boatos ao publicar aspas do chefe de programação da HBO, Michael Lobardo, informando que a distribuidora tem planos para um repeteco.

Na condição de fã da série, gostei da idéia, claro. É muito bom esse 'reencontro' que a telona nos proporciona. E não estou nada surpreso com a notícia, pois o filme foi muito bem nas bilheterias. O que espero é que dessa vez os roteiristas coloquem o pé no chão e não inventem mais um conto-de-fadas, pois o longa lançado este ano fugiu completamente da proposta original da série. Vâmo combiná que uma Carrie toda produzida indo ao trabalho, ganhando um closet de X metros quadrados em uma mega-cobertura, sendo fotografada para um editorial da Vogue, e melhor, casando em um autêntico Vivienne Westwood, é muita piração, não?

Bem, só resta saber se Kim Catrall não vai pôr empecilhos dessa vez...

Boa alma

Gente, é fato: Naomi Campbell está em todas (e em TODOS também, uma espécie de Adriane Galisteu afro-internacional). Agora ela resolveu plantar árvores na Nigéria. Gostei do gesto, afinal já nos cansamos de Amy Winehouses da vida só plantando maconha e coca por aí. Há outras espécies que merecem carinho e atenção.

Naomi, por te adorar e te achar o maior pitéu do meio artístico, me dou a liberdade de dar um conselho: não perca tempo com árvores... Vá plantar cabelo e juízo nessa cabeça, menina!

Raridades

Ow, estava zapeando pela net e me deparei com essas imagens:



Carol Trentini é um arraso, não? Mas como sou um cara democrático e descolado, quero fidelizar os tios do 'broco-e-cimento' aqui nesse blog. Camaradas, um presentão:


Má qui diliça!

Visitando o Coringa


Terça-feira, 8:40 AM. Ponho o pé no Shopping Frei Caneca. A iluminação fraca, os seguranças com olheiras, as lojas fechadas e um tremendo espaço vazio conferem ao local um ar estranho, preguiçoso. Pois bem, me dirijo às salas de cinema, onde já tem uma galerinha nerd e uns jornalistas maduros. Todos ansiosíssimos pelo novo filme do Batman.


A entrada foi liberada depois de um tempinho de atraso – isso porque, segundo a organização, atrasos não seriam tolerados (adoro essas ameaças tipicamente brasileiras: elas nunca funcionam). Jornalistas liberados, press kits entregues (bem xoxos, por sinal) e o melhor: fartura no café-da-manhã. Nossa, as bombinhas de chocolate estavam realmente boas.

Começa o filme (digo, um curta em desenho animado que eu nem prestei muita atenção). [Treze minutos depois] Agora sim, Batman - O Cavaleiro das Trevas. Gente, a partir daquele instante eu não conseguia mais me mover da poltrona. Angústia, pavor, sustos e incredulidade são só alguns dos sentimentos que o tal do filme causa. Os atores são excelentes (até a bulldog Maggie Gyllenhaal, acreditem!), a produção impecável (as locações são muito bem-arquitetadas, diferentemente do anterior) e Heath Ledger. Sim, Heath merece uma categoria só dele.


Christian Bale continua dando um show como o homem morcego, que desta vez aparece muito mais do que Bruce Wayne himself. O lado afetivo do personagem não é tão explorado, dando lugar a um super-herói mais ativo nos seus afazeres para com Gotham. Morgan Freeman e Michael Caine são os responsáveis pelas piadinhas do filme (umas até boas, outras só para nerds ‘babo-na-camiseta’ rirem). Maggie Gyllenhaal substitui Katie Holmes, como Rachel Dawes, com competência, se bem que essa tarefa não era nada difícil.

E Heath Ledger? Bem, ele tinha que morrer depois desse papel. O Coringa é o psicopata mais bizarro da vida e, apesar disso, encanta a platéia de uma maneira! Sádico, individualista, egoísta e com um ar de malandro, passa a imagem de um moleque mimado, que quer tudo a seu jeito. E a caracterização é de uma morbidez... Enfim, deixa o sr. Batman no chinelo.

Quanto ao enredo, nem vou comentar. A historinha vocês conferem no cinema mesmo.

Assistam, porque vale a pena.