
Foto: Blog da PGA
O mundo pop enlouqueceu. E eu sou um fruto dessa loucura.







ita), inclusive, teve uma de suas maiores vendagens dos últimos anos e fez uma capa bem representativa: só o rosto sorridente do candidato, sem nenhuma outra chamada. 




muitas passam pela mesma boca em uma noite só (inclusive o 'yorubá', graças a palavras como 'abadá' e 'olodum').
tendência mesmo. Eles usam a corrente do craque, o brinco brilhante do craque, o corte de cabelo do craque, o instrumento musical predileto do craque, mas a bola é sempre fora.










Ontem a Vogue, a Chanel e o Cinema Society promoveram uma festa para o lançamento do filme The Duchess, que estréia dia 19 nos Estados Unidos. Keira é capa de setembro da publicação americana, atual garota-propaganda do perfume Coco Mademoiselle, da maison francesa, e a protagonista desse longa inglês. Era a festa dela. Agora, fazendo um retrospecto, a impressão que tenho é a de que Wintour adotou Knightley como garota-prodígio, uma estrela a ser observada.
As duas já trabalharam juntas em quatro capas da Bíblia da moda. Detalhe: desde 2005, a atriz britânica estampa a capa da revista uma vez por ano, fora as inúmeras referências feitas a ela em outras edições. Ou seja: parece ser a atual queridinha de Wintour. Fora que a dupla já está sendo chamada de freak pelo mundo fashion, principalmente pela magreza excessiva de ambas (que lhes conferem um ar meio doentio, com cabeçonas).
Os fashionistas não entendem essa fascinação da editora-chefe da Vogue por Knightley. Honestamente? Nem eu. Mas adoro as duas, pois representam o poder feminino. Enquanto uma é temida e influencia o mundo da moda como ninguém (está à frente da Vogue há 20 anos), a outra aos poucos se consolida no meio cinematográfico, tanto que já é a segunda atriz mais bem paga de Hollywood, atrás apenas de Cameron Diaz.
Finalizo esse post com as capas de Keira na Vogue América:
2008
2007
2006




ra estava até bonita, com exceção do cabelo bizarro que mais parecia um capacete. Toda a encenação que ela fez com um ator foi patética, queria ser engraçada mas era tosca (em se tratando desses eventos americanos, não me surpreendeu nada).
Rihanna (foto) tentou ser a rainha do evento, mas foi ofuscada por Britney Spears, que abocanhou três prêmios. A morena foi a primeira a se apresentar, entoando sua canção mais recente e hipnotizando os presentes com seu look travesti. Pra completar, ainda subiu ao palco mais uma vez, agora com o rapper T.I. RiRi estava desconfortável com a roupa (a mini-jaqueta ameaçava mostrar seus seios a qualquer momento) e sua voz não era uma das melhores.
ostrou seu novo cabelo e... recorreu ao playback. Quem diria, hein? Mas dá pra entender: a coreografia era muito pesada, não daria pra sincronizar a dança com o canto (desculpa mais ‘Britney Spears’ impossível). Mas nós conhecemos o talento dela, dá pra relevar.
Minhas considerações?
- O estilista Dudu Bertholini e o maquiador Duda Molinos eram as minhas grandes apostas para apimentar o júri, que na temporada passada era péssimo. Bom, ao menos no primeiro episódio, a dupla fashion ainda não mostrou ao que veio. Tímidos e com opiniões difusas.
- Erika Palomino é a melhor da bancada, sem dúvida alguma. Não tem medo de dizer o que vem à cabeça e faz bons apontamentos (os mais ácidos e engraçados).
- Carlos Pazetto, o diretor de cena, faz bem o seu papel, apesar de não mostrarem muito as direções que ele dá as garotas. A produção poderia explorar mais esse lado, afinal só saberemos as fraquezas de cada garota quando um profissional qualificado indicá-las pra gente.
- Fernanda Motta é a piada do programa. Continua robótica, artificial e acha que consegue passar seus 'conselhos' com clareza. Ainda reproduz, em português, tudo o que Tyra Banks costuma falar na versão americana do reality. Personalidade zero.
- A edição do Brazil's é confusa e o áudio é péssimo (além de algumas horas ser baixo, dá para ouvir o eco das vozes do jurados no recinto). Falta cuidar melhor da parte técnica.
- E o merchandising? Quase tive uma overdose de Nivea.
- As aspirantes a modelo são até bonitinhas, mas nenhuma deslumbrante. Vão ter que ralar muito para nos convencer que alguma ali é digna de se tornar uma top model.
- O que continua a me incomodar são os diálogos vazios. No America's Next Top Model os jurados sempre dão conselhos relevantes e específicos a cada garota, apontando suas deficiências de maneira prática, e melhor: ensinando-as a melhorar. Já na versão brasileira isso não acontece. A expert Fernanda Motta só sabe pedir leveza e atitude. Pra todas.
Depois de tudo isso, vocês acham que vou perder meu precioso tempo assistindo ao programa? Claro que sim! Adoro esses enlatados.
Foto: Divulgação.

ero bateu pela primeira vez. Eu, minha amiga Vanessa e outros agregados íamos tentando comprar. Resolvi ir para a fila (foto) do Parque Antártica, pensando em ser mais uma opção dentro dessa zona. Quando cheguei lá, foi inevitável não se espantar. Aquilo estava um cortiço! Bees descamisadas, lençóis pendurados, ambulantes gritando adoidado, imprensa na busca das melhores fontes e imagens, idosos servindo de alavanca para uma compra mais rápida, brigas com cambistas, calor infernal e fãs agredindo verbalmente os funcionários da queimadíssima Time For Fun. Já fui a muitos shows grandes, mas nunca assisti a cenas como estas.
fora os outros três que a amiga da irmã dela tinha conseguido pra gente no Credicard Hall. Parecia brincadeira, mas aparentemente era verdade. Saí da fila com um alívio, só pensando em comer e sair daquele calor infernal.
stamente? Li muita coisa que eu já sabia. A matéria com o Fernando Meirelles é previsível, Rodrigo Hilbert (capa da edição) fez um ensaio insosso e sua mulher, Fernanda Lima, também participa da revista, numa sessão de fotos chata e conservadora. É uma revista para homens heteros e não para mulheres ou gays! E a diagramação? Confusa e quadrada (bem quadrada, eu diria).
ça caras que casaram”, “A melhor comida de rua do país”, “Você está mentindo sua idade?”. Muito mais interessantes, não? E inusitadas, fugindo do lugar-comum, das fotos de mulheres gostosas e afins. Uma revista para um homem curioso e esclarecido, sem preconceitos. Os editoriais são bem-feitos e podem ser aplicados no vestuário cotidiano, as dicas de moda são relevantes e práticas, a diagramação é dinâmica e a matéria de capa (com o ator Shia LaBeouf) é leve, apesar de não fugir muito da abordagem que a gente costuma ler nas revistas brasucas.




sem camisa na capa. Estava em promoção. Um garoto folheava, olhava pros lados, folheava mais rápido, depois voltava a rondar o ambiente. Parecia um tanto desconfortável, mas morto de curiosidade para ver o que restava nas centenas de páginas. Tratava-se de Terryworld, livro do polêmico fotógrafo Terry Richards, repleto de cliques indiscretos, com peladões, cenas de sexo e fetiches diversos, como o fatídico caso homossexual entre Batman e Robin (foto à dir.). Na moda
, Terry imprime seu estilo selvagem e já clicou celebridades como Kate Moss (foto à esq.) e as brasileiras Luiza e Yasmin Brunet bem desinibidas, além das famosas campanhas para Tom Ford, estilista que ama transpirar sexo em tudo o que realiza.
pantavam. Depois gargalhavam, dando uma pausa e fazendo comentários silenciosos. Logo em seguida, dou de cara com The Big Book of Breasts (foto), que traz zilhões de fotos de seios. Todos grandes, claro. Quando estava prestes a pegar o livro, uma moça do meu lado deixa escapar seu horror: “Nossa, mas que coisa de mau gosto!”. Admito que a declaração me intimidou, mas a curiosidade foi mais forte.